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BLACK RUSSIAN

Olhando o mapa mundi, vemos todos os extremos, todos os cantos do planeta, passamos o olho e vemos os grande países, Rússia, Estados Unidos, China, Brasil e, olhando mais atentamente, vemos também países menores. Eu, particularmente, sempre olho a América Latina e sempre me encanto com a América Central, diversos países pequenos, uns menores que a cidade de São Paulo.

E nestes pequenos países fabricam-se produtos gigantescos. O que dizer do Rum fabricado em Cuba, por exemplo? E em outro país da América Latina se fabrica um dos ingredientes do nosso coquetel, o licor de café. A Jamaica produz um dos melhores, senão os melhores licores de café do mundo.

E no meio do mundo existe um país que quase ninguém lembra que existe por ser tão pequeno quanto a Jamaica e com economia tão grande quanto a extensão territorial da Rússia. Estamos falando da Bélgica, onde surgiu o Black Russian.

E ali bem no meio do mundo juntando o que as extremidades oferecem, Licor de Café da Jamaica e a Vodca da Rússia, o bartender Tops Gustave, do hotel Metropole, criou o Black Russian em 1950 para o embaixador americano Pérola Mesta, que era um cliente assíduo do bar do hotel.

Um fato curioso que não consegui explicação é como um embaixador americano toma um coquetel com vodca em plena guerra fria?

Mas o importante é que desde 1950 o Black Russian é um coquetel de sabor elegante e de uma união até então impensada. E acompanha muito bem as cervejas de cores escuras, tradicionais na Bélgica. E que ganhou o mundo numa vitória que ficou acima de Capitalismo e Socialismo.

Cheers!!!

Veja aqui a receita do BLACK RUSSIAN



  Este texto é de autoria de Rafael Rodrigues
Rafael é Bartender profissional e Bar Consultant
www.rafaelbar.com.br
contato@rafaelbar.com.br


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